A nova onda do Mainframe

, , No Comments

São Paulo - Os servidores mais velhos da história da TI se renovam e são a bola da vez para suportar aplicações em cloud e a virtualização plataformas empresariais.
Com quase 50 anos de existência, a mais antiga linha de servidores empresariais justifica sua longevidade. A cada dia, o mainframe se reinventa e ganha espaço no coração das mais modernas aplicações corporativas, com a oferta de soluções robustas e escaláveis, que garantem o gerenciamento inteligente da carga de trabalho com maior segurança, flexibilidade.

É o que comprova a 5ª Pesquisa Mundial Anual com Usuários de Mainframe, realizada em 2011 pela BMC software com 1,3 mil empresas de diferentes setores da economia mundial. A maioria, registra o estudo, considera o Big Iron uma plataforma fundamental para o centro de dados híbrido. Além disso, 93% dos entrevistados disseram esperar maior crescimento ou constância mercado nos próximos anos.
Errou quem fez aposta na extinção dos mainframes. Pelo contrário, os avanços na Tecnologia da Informação a serviço das empresas abrem portas para essas máquinas, que diminuem de tamanho na proporção em que se tornam mais parrudas para aplicações mais e mais complexas (bancos de dados e sistemas de gestão, por exemplo) e em diversas arquiteturas (z/OS, Linux, UNIX, Windows). Tudo isso com muito mais economia, já que os equipamentos atuais consomem consideravelmente menos energia, mesmo quando operam ininterruptamente 24 horas por dia.
No Brasil, a linha de servidores mais antiga do mundo responde por 30% de um mercado que movimentou US$ 1 bilhão em 2009. Os bancos, os grupos de telecomunicações e as instituições públicas engrossam as estatísticas de usuários do Big Iron no mundo todo. Um dos motivos desta demanda é a ascenção da computação em núvem, que deixa de ser privilégio das grandes empresas e incrementa sensivelmente o filão comercial.
Outra razão é a virtualização, que vem sendo adotada pelas companhias como estratégia para centralizar todas as plataformas operacionais. Esse modelo de TI corporativa vem mobilizando as áreas de desenvolvimento de grandes players globais. Um deles é a IBM, que, entre outras inovações, revisou e adicionou novas ferramentas aos seus programas há alguns anos, incluindo licenças separadas para Linux e z/VM.
via info