Os desafios de criar uma companheira artificial em BioShock Infinite

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Uma das principais experiências do desenvolvimento de BioShock Infinite, na opinião do criador Ken Levine, foi a criação de Elizabeth, a companheira controlada pela IA que acompanha o jogador durante todo o game. E isso, conta, só se tornou tão importante devido às altas expectativas que ele próprio colocou sobre a personagem.

De acordo com o designer, o objetivo era criar uma companheira tão interessante quanto Alyx Vance, de Half-Life 2. Para Levine, ela foi a última personagem secundária realmente importante, com todas as outras tendo diversos problemas. Isso teria diminuído a expectativa dos jogadores e deve gerar uma das principais surpresas de BioShock Infinite.
Para Levine, a reação da personagem ao mundo que está ao redor dela foi o principal ponto de atenção. Elizabeth deveria caminhar por aí e observar tudo o que está acontecendo, em vez de agir como um robô como a maioria das inteligências artificiais. Isso levou a equipe de desenvolvimento a criar um mundo ainda mais rico, repletos de elementos com os quais ela poderia interagir.
Saberemos se Elizabeth pode ter sua inteligência artificial elogiada no dia 26 de março, quando BioShock Infinite chega para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

Fonte: Eurogamer